SAS Brasil seleciona projetos para expedição em Sete Barras (SP), agendada para 11 a 15 de outubro

Campanhas, Vale do Ribeira 2, Voluntários 2017

Quer pegar a estrada com a gente e ajudar a levar mais saúde, alegria e sustentabilidade para populações que vivem em locais de difícil acesso do país? Entre os dias 11 e 15 de outubro, o SAS Brasil vai realizar uma nova expedição, no município paulista de Sete Barras (no Vale do Ribeira) e você pode ser o próximo a embarcar nela!

Sete Barras é uma das cidades mais carentes do Vale do Ribeira, que é a região mais pobre do Estado de São Paulo. Você já sabe que no SAS Brasil a gente acredita que cada pessoa tem muito a contribuir por um mundo melhor. Por isso, profissionais de todas as áreas de atuação são sempre bem-vindos.

A expedição de Sete Barras, em que faremos o atendimento de pacientes triados em julho, já está com as inscrições abertas. Vale dizer que o SAS Brasil não seleciona apenas voluntários, mas ideias e projetos que podem ser aplicados durante a expedição.

Para se inscrever, acesse já o formulário  

Sobre nós. Em cinco anos, já impactamos a vida de mais de 30 mil pessoas nas cinco regiões do país. Levamos atendimento médico nas áreas de ginecologia, odontologia, oftalmologia e dermatologia e também realizamos ações de sustentabilidade e entretenimento para crianças e adultos das comunidades atendidas.

Começamos em 2013, junto ao Rally dos Sertões. Mas, desde de 2015, realizamos expedições independentes (com diferentes parcerias), planejadas com base em estudos de regiões, populações e as reais necessidades de cada comunidade escolhida.

Vem com a gente nessa viagem e descobra a sua maneira de fazer acontecer.

Leia mais:

Como é organizada a logística de uma expedição?

Como é participar de uma expedição do SAS Brasil? 

 

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Ajude o SAS Brasil e ganhe um final de semana em Ilhabela com passeio de jipe

Campanhas, Voluntários 2017

Que tal passar um fim de semana em Ilhabela (SP) com hospedagem grátis – em data a combinar, exceto feriados – e passeio de jipe? A oferta imperdível é apenas uma das recompensas da campanha de financiamento coletivo do SAS Brasil no Catarse, que segue até o dia 28 de setembro.

Sua doação pode nos ajudar a ir ainda mais longe e alcançar muito mais gente. Só na quinta expedição do SAS Brasil no Rally dos Sertões, mais de 4.500 pessoas foram impactadas pelas nossas ações de atendimento médico, entretenimento e sustentabilidade nas cidades de Santa Terezinha de Goiás, Alto Garças (MT) e Aquidauana (MS).

Para ter uma ideia do impacto, em um único dia de atendimento resolvemos mais problemas de saúde que o sistema público alcança em um ano em cada uma das cidades por onde passamos. Em Alto Garças, por exemplo, nossa equipe diminuiu a fila de espera em ginecologia na cidade.

Doe. Em 2017, a campanha é tudo ou nada. Ou seja, caso a meta de doações não seja atingida até dia 28, todo dinheiro será devolvido aos apoiadores.  Mas, a expectativa é conseguir os recursos para realizarmos a manutenção dos contêineres transformados em consultórios médicos, comprar aparelhos para exames oftalmológicos e os óculos que são doados durante as expedições e custear parte da valor gasto com o combustível dos carros da nossa caravana.

Acesse e compartilhe nossa campanha

Você pode contribuir com doações a partir de 30 reais. As recompensas variam de um cartão postal da expedição e agradecimento no Facebook até a garantia de uma vaga em uma das expedições SAS Brasil, a combinar com a equipe de coordenação do projeto.

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Corrente do bem ajuda a combater depressão em aldeias indígenas de Aquidauana (MS) com incentivo ao esporte

25º Rally dos Sertões, Campanhas, Como foi

Longe de ser uma doença restrita apenas aos grandes centros urbanos, a depressão é hoje um problema de saúde pública também em aldeias indígenas do Brasil. Em Aquidauana, no Mato Grosso do Sul, iniciativas tentam combater os altos índices da enfermidade entre os jovens com projetos de incentivo ao esporte e lazer.

Na aldeia Limão Verde, uma das três comunidades indígenas atendidas durante a quinta expedição do SAS Brasil no Rally dos Sertões, a criação de uma escolinha de futebol para crianças e adolescentes de 7 a 17 anos foi a maneira encontrada pelas lideranças locais para combater, além da depressão, o alcoolismo entre os índios terenos.

Doação. Antes de pegar a estrada entre os dias 18 e 26 de agosto, o SAS Brasil realizou uma campanha para arrecadar material esportivo para o projeto. Pouco a pouco, uma corrente de solidariedade foi se formando.

A primeira a se conectar foi Mariana Farah, voluntária do SAS BrasilPor intermédio da amiga Aira Bonfim, engajada em estudos e projetos de valorização do futebol feminino e de várzea, a campanha chegou ao conhecimento da Love.Fútbol, uma organização sem fins lucrativos que mobiliza e envolve comunidades para planejar, construir, gerenciar, ativar e redefinir seus próprios campos de futebol como plataformas sustentáveis ​​para mudanças sociais.

Ela foi responsável por conectar o último nome na rede de contatos do bem: a Fundação Eprocad, criada em 1985 no município paulista de Santana de Parnaíba. A iniciativa promove ações nas áreas de esporte, educação e cultura para a inclusão social de crianças, adolescentes e famílias em situação de vulnerabilidade. 

O resultado final foi a doação de cones, bolinhas e raquetes de tênis, bolas de rugby, coletes, um par de mini traves e bolas de basquete de futebol. Todo material recebido foi entregue para a escolinha da aldeia durante a ação do SAS Brasil no local. 

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Projeto de compensação de carbono do SAS Brasil realiza plantio de 124 mudas

25º Rally dos Sertões, Como foi, Voluntários 2017

O primeiro passo para zerar o impacto ambiental das expedições do SAS Brasil foi dado durante a quinta edição do projeto no Rally dos Sertões. Para o desafio de conseguir compensar todo carbono gerado com o transporte dos nossos voluntários, foram plantadas 124 mudas de espécies nativas nas cidades de Santa Terezinha de Goiás, Alto Garças (MT) e Aquidauana (MS).

Como já contamos aqui no blog, o projeto foi pensado pela engenheira civil Sara Diva, pós-graduada em construção sustentável e voluntária desde a nossa primeira expedição. Desde o início, a ideia não era só fazer o plantio e sim deixar um legado para as comunidades atendidas.

Para isso, Sara conta que as áreas que receberam as mudas foram escolhidas por órgãos ambientais locais.  “Eles, melhor que nós, sabiam onde o plantio era necessário”, revela. Áreas com nascentes degradadas ou sem sombreamento natural para os animais foram fatores levados em consideração.

Em Aquidauana, por exemplo, foram plantadas mudas de espécies nativas em área de preservação permanente da aldeia Limão Verde. A ação contou com a parceria do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul).

A princípio, os índios estavam resistentes achando que plantação seria em qualquer lugar. “Mas, quando expliquei que o objetivo era compensar nossa expedição e ao mesmo tempo trazer um beneficio ambiental para aquela região, eles logo abriram um sorriso e foram indicando vários locais onde gostariam que fosse realizado o plantio”, relembra.

Agora, a expectativa é expandir a ideia e buscar parcerias com organizações ambientais para compensar outras expedições.
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